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Mostrando postagens com o rótulo Biologia

Coluna Vertebral

1.       Sobre a coluna vertebral: O que são curvaturas fisiológicas? Numa pessoa adulta a coluna vertebral deve ter basicamente quatro curvaturas, sendo duas primárias e duas secundárias. As curvaturas primárias, chamadas assim por formarem-se primeiro, são as cifoses. As secundárias, que são quebras angulares das primárias, são as lordoses que aparecem mediante as forças impostas sobre a coluna durante a infância. 2.       Explique as deformações da coluna vertebral, cifose, escoliose, lordose, osteofitose e hérnia de disco. Cifose – é definida como um aumento anormal da concavidade posterior da coluna vertebral, sendo as causas mais importantes dessa deformidade, a má postura e o condicionamento físico insuficiente. Doenças como espondilite anquilosante e osteoporose senil também ocasionam esse tipo de deformidade. Escoliose – é a curvatura lateral da coluna vertebral, podendo ser estrutural ou não estrutural. A progressão...

Cólera

A Cólera (ou cólera asiática) é uma doença causada pelo vibrião colérico (Vibrio cholerae), uma bactéria em forma de vírgula ou bastonete que se multiplica rapidamente no intestino humano produzindo potente toxina que provoca diarréia intensa. Ela afeta apenas os seres humanos e a sua transmissão é diretamente dos dejetos fecais de doentes por ingestão oral, principalmente em água contaminada. Vibrio cholerae O vibrião da cólera é Gram -negativo e tem a forma de uma vírgula com cerca de 1-2 micrômetros. Possui flagelo locomotor terminal. Estes víbrios, tal como todos os outros, vivem naturalmente nas águas dos oceanos, mas aí o seu número é tão pequeno que não causam infecções. O víbrio é ingerido com água suja e multiplica-se localmente no intestino delgado proximal. Causa diarréia aquosa intensa devido aos efeitos da sua poderosa enterotoxina . Esta toxina tem duas porções A e B (toxina AB). A porção B é especifica para receptores presentes na membrana do enterócito , ca...

PICADA DE COBRA

O QUE FAZER - Manter a vítima calma e deitada. - Localizar a marca da mordedura e limpar o local com água e sabão. - Cobrir com um pano limpo. - Remover anéis, pulseiras e outros objetos que possam garrotear, em caso de inchaço do membro afetado. - Evitar que a vítima se movimente para não favorecer a absorção do veneno. - Tentar manter a área afetada no mesmo nível do coração ou, se possível, abaixo dele. - Levar a vítima imediatamente ao serviço de saúde mais próximo para receber o soro antiofídico. - Se possível levar o animal para que seja identificado e para que a vítima receba o soro específico. O QUE NÃO FAZER - Não fazer torniquete, impedindo a circulação do sangue: isso pode causar gangrena ou necrose local. - Não cortar o local da ferida, para fazer 'sangria'. - Não aplicar folhas, pó de café ou terra sobre a ferida, poderá provocar infecção. - Não tentar fazer sucção oral do veneno. Como evitar acidentes - Usar botas. Isto evita até...

Déficit de atenção e hiperatividade começam na infância e podem continuar na vida adulta

Embora seja um problema bem estudado e tenha tratamento, nem sempre esse transtorno é identificado ou diagnosticado corretamente. Pior, ainda há quem acredite que se trata apenas de um mito. Distraídos, agitados, bagunceiros, desorganizados... É extensa a lista de adjetivos usada para definir crianças e adultos que apresentam, de maneira intensa e frequente, comportamentos e atitudes diferentes do padrão. Os pais acham que os filhos são "elétricos" ou que vivem no mundo da lua. A escola reclama do aluno que tumultua a classe e não presta atenção à aula. A criança não vai bem nas provas ou é isolada pelos colegas, pois abandona as brincadeiras ou as atrapalha. Esses podem ser alguns indícios do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). O problema atinge de 5% a 6% das crianças, independentemente de país ou fatores culturais, e acompanhará o indivíduo na vida adulta em mais da metade dos casos. Na infância, geralmente está associado a dificuldades na escola...

Transplante de medula: novos caminhos para a cura

A cobertura pelas operadoras de saúde e as novas tecnologias para o preparo de células-tronco aumentam as chances de sucesso para quem precisa do transplante de medula. Não é fácil encarar um diagnóstico de leucemia ou de outra doença que exija um transplante de medula óssea. Felizmente, as possibilidades de tratamento ampliaram-se muito nos últimos anos e continuam avançando. Se antes quem não tinha um irmão ou outro doador na família via reduzida drasticamente as suas chances de sobrevivência, hoje existem opções de transplantes a partir de novas fontes de células-tronco. Além disso, a Agência Nacional de Saúde Suplementar determinou que as operadoras de saúde cubram os custos do transplante alogênico (entre doador e receptor diferentes) de medula óssea. A determinação valerá a partir de junho próximo. Até agora, a cobertura se restringe aos transplantes autólogos (com células do próprio paciente). Para os alogênicos, a opção é financiar o procedimento ou o atendimento público. ...

Consequências da não-disjunção dos cromossomos na meiose humana

A meiose é um processo complexo, e erros na disjunção (separação) dos cromossomos homólogos na meiose I ou das cromátides-irmãs na meiose II levam à formação de gametas com número anormal de cromossomos. Se um desses gametas for fecundado por um gameta normal, será formado um zigoto com número anormal de cromossomos. Essas alterações no número de cromossomos são chamadas aneuploidias e são consideradas mutações cromossômicas numéricas. Nas aneuploidias pode haver um número maior ou menor de cromossomos. Por exemplo: quando há um cromossomo a mais, totalizando 47 cromossomos, fala-se em trissomia; quando há um cromossomo a menos, totalizando 45 cromossomos, fala-se em monossomia. A alteração pode acontecer nos cromossomos sexuais, que são os relacionados com a determinação do sexo, ou nos demais cromossomos, chamados autossômicos. Quando a alteração envolve os autossomos, a anomalia não está relacionada ao sexo, podendo ocorrer tanto no sexo feminino quanto no masculino. Quando o...